Belém, também chamada de Belém do Pará,[7] é um município brasileiro e capital do estado do Pará.[8] Fundada em janeiro de 1616 como o povoado colonial Feliz Lusitânia, por Francisco Caldeira Castelo Branco, às margens da Baía do Guajará e do antigo igarapé do Piry, localiza-se na região Norte do Brasil.


Ao longo de sua história, destacou-se como entreposto fiscal no século XVII, pela posição estratégica no comércio entre a Amazônia e a Europa. No século XIX, com a abertura dos rios amazônicos, e no século XX, recebeu imigrantes europeus, ganhando os apelidos de "Paris Tropical" e "Francesinha do Norte",[16] combinando traços cosmopolitas[17] com arquitetura colonial.[18] A partir dos anos 1940, iniciou-se a verticalização urbana, com destaque para a Avenida Presidente Vargas.[19
Os tupinambás habitavam inicialmente a região e se consideravam filhos do grande ancestral-herói "Maíra". Assim, o topônimo "Mairi", do tupi antigo,[26]utilizado para designar o território tupinambá (correspondente aos atuais estados brasileiros do Amapá, Pará e Maranhão), originalmente significaria "território de Maíra" ou "terra dos filhos de Maíra e Mairi".[26] No entanto, essa divindade foi associada aos "homens brancos" pelo frade francês André Thevet, especialmente aos navegadores franceses, que passaram a ser chamados de "Maíras"[26][27] ou "Mair". Dessa forma, a região de "Mairi" passou a representar o "lugar dos franceses".[26]
O topônimo "Belém", adotado pelos portugueses, tem origem em hebraico: בית לחם; romaniz.: Beit Lehem; lit. "casa do pão". Em 1621, o povoado colonial português inicial, denominado "Feliz Lusitânia",[28][29] foi elevado à categoria de município com o nome de "Santa Maria de Belém do Pará" ou "Nossa Senhora de Belém do Grão Pará" (em referência a Maria, mãe de Jesus),[28][30][31][32] sendo posteriormente abreviado para Belém do Pará – denominação atribuída por Filipe III de Espanha.[7] A escolha do nome remete ao dia de Natal, quando o capitão Francisco Caldeira Castelo Branco (então Capitão-Mor do Rio Grande do Norte) partiu, em 1615, da cidade de São Luís com o objetivo de assegurar o domínio da Amazônia Oriental e, principalmente, explorar as riquezas da Conquista do Pará
O processo de ruptura política e guerra do Reino do Brasil contra o Reino de Portugal em 1822, criou uma situação indefinida na região devido a distância dos núcleos decisórios do novo governo que se formava no Brasil. Belém, ainda fortemente ligada a Portugal,[38]reconheceu a Independência do Brasil em 15 de agosto de 1823, quase um ano após a proclamação,[62][63][64] o que levou a então Província do Grão-Pará à irrelevância política, ao aumento da pobreza e, à proliferação de surtos de doenças.[38] Esse cenário gerou um descontentamento popular que culminou na revolta da Cabanagem,[65] ocorrida entre 1835 e 1840, comandada por Félix Clemente Malcher, Antônio Vinagre, Francisco Pedro Vinagre, Eduardo Angelim e Vicente Ferreira de Paula, influenciados pela Revolução Francesa.[38]


Assim, em 1835, os cabanos, sob a liderança de Antonio Vinagre, invadiram o Palácio do Governo em Belém e executaram o então presidente da província, Bernardo Lobo de Sousa, e outras autoridades, iniciando o primeiro governo sob o comando do militar Clemente Malcher. Mas este jurou fidelidade à D. Pedro I e governou com repressão e ameaças de deportações. Acabou deposto e assassinado, sendo substituído por Francisco Vinagre, que também tentou negociar com o Governo Regencial, deixando os revoltosos insatisfeitos, levando à sua deposição e à ascensão de Eduardo Angelim ao poder.[66]
Mas vamos pro que interessa, né Laurinha. Conhecer os lugares pra rolezar um pouco :)
Praça Batista Campos
No século XIX o terreno onde hoje está a praça pertencia a Maria Manoela de Figueira e Salvaterra, sendo por isso conhecido como “Largo da Salvaterra”.
Tv. Padre Eutíquio, S/N - Batista Campos, Belém - PA, 68447-000
Praça Batista Campos · Tv. Padre Eutíquio, S/N - Batista Campos, Belém - PA, 68447-000, Brazil

Praça da República
Área verde com monumento do golpe de 1889, edifícios da era colonial e feira de artesanato aos domingos. Feirinha bem gostosa, as vezes com apresentação cultural de carimbó e artesanato típico da região.
Av. Pres. Vargas, 814 - Campina, Belém - PA, 66017-060
Praça da República · Av. Pres. Vargas, 814 - Campina, Belém - PA, 66017-060, Brazil

Em proteção ambiental, o Parque Estadual do Utinga Camilo Vianna,[1] ou simplesmente Parque do Utinga, é uma unidade de conservação brasileira de nível estadual de Proteção Integral, situado na Região Metropolitana de Belém(Pará), criado em 1993 e administrado pelo instituto Ideflor-bio, com o objetivo de preservar ecossistemas naturais de relevância ecológica e beleza cênica, estimular a realização de pesquisas científicas e, incentivar o desenvolvimento de atividades de educação ambiental, incluindo o turismo ecológico.
Um bom lugar pra correr e andar de bike, com pontos de água de coco para hidratar (tem locação de bike na entrada).
Av. João Paulo II, S/N - Curió-Utinga, Belém - PA, 66610-770
Utinga State Park · Av. João Paulo II, S/N - Curió-Utinga, Belém - PA, 66610-770, Brazil

O Mangal das Garças, inaugurado em 12 de janeiro de 2005, está localizado às margens do rio Guamá, em pleno centro histórico de Belém do Pará, no entorno do Arsenal da Marinha. O parque ecológico é resultado da revitalização de uma área de 40.000 m², uma síntese do ambiente amazônico no coração da capital paraense. As matas de várzea, os animais da região e mais de trezentas espécies de árvores nativas estão presentes no espaço.
Tem o maior borboletário do mundo :)
O horário de visitação do Mangal das Garças é de terça-feira a domingo, das 8h às 18h, fechando às segundas para manutenção. O acesso ao parque é gratuito, mas os espaços como Borboletário, Farol e Memorial têm um custo de entrada por espaço ou um passe para os três
R. Carneiro da Rocha, s/n - Cidade Velha, Belém - PA, 66020-160
Mangal das Garças · R. Carneiro da Rocha, s/n - Cidade Velha, Belém - PA, 66020-160, Brazil

O Complexo Turístico Ver-o-Rio é uma praça pública brasileira inaugurada em 1999 na cidade paraense de Belém (Pará), em uma área de cinco mil metros quadrados, às margens da baía do Guajará no bairro do Umarizal e próxima ao Centro de Ciências Sociais e Educação da Universidade do Estado do Pará (UEPA).[1]
Conhecido também como "Uma janela para o Rio", este logradouro surgiu do "Projeto Ver-o-Rio, Janelas Abertas para as Águas" criado com o objetivo de proporcionar um turismo contemplativo e acesso livre a orla da baía.[2]
(Opinião pessoal) tem os melhores e mais bonitos por do sol da cidade, adoro ir lá no final da tarde e comer uma tapioca recheada com coco :) (sempre faço isso quando visito Belém haha)
Av. Mal. Hermes, 1374 - Umarizal, Belém - PA, 66645-745
Ver-o-Rio · Av. Mal. Hermes, 1374 - Umarizal, Belém - PA, 66645-745, Brazil